
Na segunda-feira (12 de janeiro) no período asiático, os metais preciosos rapidamente se fortaleceram: o ouro à vista (XAU/USD) subiu no pregão e ultrapassou a marca de 4600 dólares, renovando a alta histórica de fase; a prata apresentou um desempenho ainda mais “rápido”, aumentando cerca de 5% no dia, com o preço quebrando a marca de 84 dólares por onça, também estabelecendo um recorde.
O ouro e a prata atingem recordes: a prata tem um aumento mais acentuado
Observando o mercado, este aumento parece mais um resultado da “concentração de entradas de capital de refúgio”. O ouro rapidamente subiu e retornou à zona de alta histórica, enquanto a prata, por ser mais volátil e ter maior elasticidade, teve seu aumento visivelmente ampliado, tornando-se um dos principais destaques do dia.
Duas linhas principais de compra de refúgio: a controvérsia sobre a independência do Fed e o aumento dos riscos no Oriente Médio
Nas notícias, Powell enfatizou que o Fed prioriza o interesse público ao formular políticas de juros, provocando uma nova discussão sobre se “a política monetária pode escapar da interferência política”, aquecendo assim o sentimento de refúgio. Entretanto, funcionários dos EUA afirmaram que Trump está avaliando várias opções relacionadas ao Irã (incluindo implantação de grupos de batalha de porta-aviões, ações cibernéticas e guerra de informação, entre outros), aumentando a incerteza geopolítica e ampliando o apelo de refúgio dos metais preciosos.
Perspectiva das instituições: Goldman Sachs ainda aponta para 4900 dólares no final de 2026
No nível de expectativa das instituições, a visão da Goldman Sachs permanece otimista: eles estimam que até o final de 2026, o preço do ouro pode alcançar 4900 dólares por onça. Este tipo de “meta superior” não é um compromisso de caminho de preço a curto prazo, mas geralmente fortalece a confiança do mercado na compra durante recuos.
